Raquel Crusoé
TERÇA-FEIRA, 9 DE FEVEREIRO DE 2010
MÚSICA FOLCLÓRICA, POPULAR E ERUDITA
| Por : Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira
FOLCLÓRICA
Elaborada por quem ignora por completo os aspectos teóricos da arte musical, a música folclórica vive em função de uma tradição e é concebida de maneira espontânea. Se expande com toda naturalidade, pois é aceita no momento da criação. Neste gênero, a música é o que importa,o autor geralmente cai no anonimato.
Claro que ela tem autor. Nada acontece do nada. Porém de tanto ouvir e cantar ao ser transmitida de forma oral, cada um se julga o dono. Se dissermos para alguém que a “Ciranda cirandinha” ou o “Atirei o pau no gato” é nossa, estaremos comprando uma grande briga. Cada um se sente o proprietário, pois afinal é um bem hereditário.
A música folclórica subsiste entre as coletividades rurais e urbanas e se contrapõe à moda, à arte e às técnicas eruditas modernas. Portanto, executada ou cantada, é divulgada por audição, de um para outro membro da coletividade e, pode ou não, sofrer alterações fundamentais, pois afinal, quem conta um conto, aumenta um ponto.
FOLCLÓRICA
Elaborada por quem ignora por completo os aspectos teóricos da arte musical, a música folclórica vive em função de uma tradição e é concebida de maneira espontânea. Se expande com toda naturalidade, pois é aceita no momento da criação. Neste gênero, a música é o que importa,o autor geralmente cai no anonimato.
Claro que ela tem autor. Nada acontece do nada. Porém de tanto ouvir e cantar ao ser transmitida de forma oral, cada um se julga o dono. Se dissermos para alguém que a “Ciranda cirandinha” ou o “Atirei o pau no gato” é nossa, estaremos comprando uma grande briga. Cada um se sente o proprietário, pois afinal é um bem hereditário.
A música folclórica subsiste entre as coletividades rurais e urbanas e se contrapõe à moda, à arte e às técnicas eruditas modernas. Portanto, executada ou cantada, é divulgada por audição, de um para outro membro da coletividade e, pode ou não, sofrer alterações fundamentais, pois afinal, quem conta um conto, aumenta um ponto.
SEGUNDA-FEIRA, 8 DE FEVEREIRO DE 2010
FOLCLORE – COM O PENSAMENTO NA MAGIA DO CANTO DO POVO
l Por: Raquel Crusoé Loures de Macedo MeiraO Folclore é um ramo da Antropologia Cultural. É a ciência que estuda o “modo de ser” do povo, sua maneira de pensar, de agir e de sentir. É o estudo da feição nacional nas suas bases profundas e mais características. O termo FOLCLORE foi criado a 22 de agosto de 1846 pelo arqueólogo inglês William John Thomas. Além de muito sonoro, em sua síntese engloba o objetivo principal do estudo: FOLK ( povo) e LORE ( saber) . Depois o “K” foi substituído pelo “C”, formando a palavra FOLCLORE.
Para que uma atividade popular qualquer possa ser classificada como folclórica, é necessário: anonimato, aceitação coletiva, transmissão oral, tradicionalidade e funcionalidade. Toda manifestação folclórica não tem autor conhecido. Pela aceitação coletiva, o povo despersonaliza o autor, considerando a manifestação folclórica como sua.
A falta de meios de comunicação fez com que o povo conservasse através da transmissão oral, sua maneira de pensar, sentir e agir. Conservado durante muitos anos na boca do povo, é claro que o fato folclórico, obedece a uma tradição. Uma tradição dinâmica, que busca na lição vinda do passado, o que é preciso saber no presente.
Tudo que o povo faz tem a sua funcionalidade. Não aceita nem tampouco inventa nada sem uma razão de ser. Por exemplo, o canto, uma das expressões folclóricas mais comuns a todos os povos, é de uma funcionalidade a toda prova. Canta-se para rezar, para acalmar e adormecer as crianças, para ritmar e/ou tornar mais produtivo o trabalho, para festejar as colheitas, para enterrar os mortos...
Assim como quase todas as manifestações folclóricas, também a música nos acompanha em todo o ciclo de vida , do nascimento a morte.
MÚSICA FOLCLÓRICA
A música folclórica vive em função de uma tradição, e é elaborada por quem ignora por completo os aspectos teóricos da arte musical. Por esta razão, expande-se com toda naturalidade e possui uma aceitação coletiva.
QUINTA-FEIRA, 4 DE FEVEREIRO DE 2010
VOCÊ É CRIATIVO?
| Por: Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira
Todo ser humano possui criatividade em diferentes habilidades. Segundo Anderson (1965), a "criatividade representa a emergência de algo único e original", pois quando uma pessoa exprime uma idéia ou faz alguma coisa que é nova para ela ou para o seu meio, está criando.

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